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Importação

Em resumo: Importação é a entrada de mercadorias num território aduaneiro, por exemplo, de um país não pertencente à UE para a UE.

Os movimentos de mercadorias entre países da UE normalmente não são considerados importações aduaneiras, mas ainda podem gerar IVA, requisitos estatísticos ou de produto. Para utilização operacional, a definição deve constar da confirmação ou do procedimento, garantindo que planeamento, preço e responsabilidade partem dos mesmos pressupostos.

Regra prática: esclarecer o significado antes da reserva, confirmar os dados essenciais por escrito e utilizar a mesma referência desde a recolha até à entrega.

O que significa Importação?

Importação é a entrada de mercadorias num território aduaneiro, por exemplo, de um país não pertencente à UE para a UE. Os conceitos aduaneiros devem utilizar o regime, o estatuto da mercadoria e o declarante corretos. Em Portugal, as formalidades eletrónicas da AT e os sistemas europeus devem ser coordenados com a passagem da fronteira.

Os movimentos de mercadorias entre países da UE normalmente não são considerados importações aduaneiras, mas ainda podem gerar IVA, requisitos estatísticos ou de produto. Para utilização operacional, a definição deve constar da confirmação ou do procedimento, garantindo que planeamento, preço e responsabilidade partem dos mesmos pressupostos.

Quando é utilizado o termo?

O processo de importação inclui dados comerciais, transporte, declaração aduaneira, controlo, direitos e autorização de saída. Em Portugal, os dados devem ser verificados face à rota, à capacidade disponível e ao contrato concreto. Nas operações internacionais, devem ser considerados os requisitos do país de origem, trânsito e destino.

É especialmente relevante quando intervêm várias entidades, quando o prazo é crítico ou quando dados incorretos podem provocar espera, nova reserva ou custos adicionais. Quanto menor for a margem temporal, mais importante é uma definição inequívoca.

Como funciona o processo na prática?

  1. Determinar código pautal, origem, valor, estatuto e autorizações necessárias.
  2. Definir importador, exportador, declarante e responsável por eventual garantia.
  3. Preparar fatura, documento de transporte e referências do regime.
  4. Submeter a declaração e confirmar autorização antes de dispor da mercadoria.
  5. Encerrar trânsito ou outro regime e arquivar MRN, decisão e dados de suporte.

Em transporte expresso, os dados aduaneiros devem estar prontos antes da chegada à fronteira ou terminal. A velocidade do veículo não resolve documentação em falta.

O que deve ser acordado e verificado?

Ponto 1Importador e número EORI. A informação deve ser confirmada antes da libertação da operação e atualizada se os pressupostos mudarem.
Ponto 2Código da mercadoria, origem e valor aduaneiro. A informação deve ser confirmada antes da libertação da operação e atualizada se os pressupostos mudarem.
Ponto 3Licenças, certificados e restrições. A informação deve ser confirmada antes da libertação da operação e atualizada se os pressupostos mudarem.
Ponto 4Declaração aduaneira eletrónica, MRN e autorização de saída. A informação deve ser confirmada antes da libertação da operação e atualizada se os pressupostos mudarem.

A verificação deve abranger nomes e contactos, moradas, horários, dados da mercadoria, pressupostos do preço e documentação pretendida. As decisões verbais importantes devem ser confirmadas por escrito.

Erros comuns e boas práticas

  • Responsabilidade indefinida: ninguém sabe quem aprova um desvio. Deve existir um contacto com poder de decisão em cada parte.
  • Dados incompletos: faltam medidas, peso, janelas horárias ou referências. Utilize uma lista de verificação obrigatória.
  • Aviso tardio: o cliente só é informado depois do incumprimento. Partilhe a previsão e uma alternativa assim que o risco for conhecido.
  • Documentação sem controlo: uma assinatura ou estado é arquivado sem verificar reservas. Confirme o conteúdo antes de encerrar.

A boa prática combina dados normalizados com acompanhamento ativo. O sistema garante rastreabilidade; uma pessoa responsável fornece contexto e toma decisões.

Importância para o transporte expresso e internacional

No transporte expresso existe pouca margem para corrigir um erro após a recolha. Importação deve ser tratado como informação operacional e não apenas como expressão técnica. A interpretação afeta veículo, rota, compromisso, atualizações e comprovativo de entrega.

Aplicam-se o Código Aduaneiro da União, regras portuguesas, IVA e restrições específicas da mercadoria. Erros podem gerar liquidação adicional e sanções. No transporte transfronteiriço, alfândega, documentação e requisitos locais devem ser esclarecidos antes da partida. Esta informação é geral e não substitui aconselhamento jurídico.

Perguntas frequentes

Quem deve verificar Importação?

A pessoa que planeia o transporte deve verificar os dados com o expedidor. O motorista e o destinatário devem receber a informação necessária para uma execução segura e pontual.

O que fazer quando os dados mudam?

A alteração deve ser registada com hora, responsável e efeito no preço ou na entrega. As partes afetadas são informadas de imediato e a instrução é atualizada.

Que documentação deve ser guardada?

Guarde a encomenda, a confirmação, estados relevantes, fotografias de incidências e o comprovativo de entrega. O prazo de conservação deve seguir o contrato e as regras aplicáveis.

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Fontes e leitura adicional: Autoridade Tributária e Aduaneira – Informação Aduaneira · Comissão Europeia – Alfândegas

Conteúdo revisto em 14.08.2026. Informação geral; não substitui aconselhamento jurídico.

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